29 de set. de 2008

Muita vida... Muitas cores...






Fotos: Kristina Kotarski

Retrato

Foto: Rafaela L. Falaschi

"A foto-retrato é um campo cerrado de forças. Quatro imaginários aí se cruzam... diante da objetiva, sou ao mesmo tempo, aquele que a fotografia me julga e aquele de que se serve para exibir sua arte"

Roland Barthes

Flashes

Fotografia deriva das palavras gregas φωτος phótos ("luz"), e γραφις graphis ("estilo", "pincel") ou γραφη graphê, significando "desenhar com luz" ou "representação por meio de linhas", "desenhar"; é uma técnica de gravação por meios químicos, mecânicos ou digitais, de uma imagem numa camada de material sensível à exposição luminosa, designada como o seu suporte.


“O tratorista havia acabado de dar quatro ou cinco passos no palco, e a história havia apenas começado, quando Capa acionou seus flashes para fazer a primeira foto. Isso interrompeu de imediato o desenrolar da peça. A garota de unhas pintadas escondeu-se atrás de umas samambaias e não voltou a mostrar a cara durante todo o resto da cena. O tratorista esqueceu o texto. A líder de brigada tropeçou e tentou em vão salvar a apresentação. O restante da peça foi representado como um eco, com os atores repetindo as falas sussurradas pelo ponto, de modo que se ouvia tudo em duplicata. E toda vez que estavam prestes a se recompor, Capa disparava seus flashes e os deixava desconcertados. (…) A natureza irresponsável da moça decadente era simbolizada tanto pelo esmalte vermelho das unhas como por um colar de contas de vidro e bijuterias vistosas. E o espoucar dos flashes a deixou tão nervosa que ela rompeu o colar e as contas espalharam-se por todo o palco. Foi aí que a peça desandou de uma vez por todas.”
“O público adorou. E aplaudia entusiasticamente toda vez que havia um disparo de flash.”

John Steinbeck
Retirada do Livro Um Diário Russo
Cosac Naify- 2003

26 de set. de 2008

Fobias...


Cultura Inútil...

1º. Antropofobia - Medo da sociedade humana ou aglomerações.

2º. Telefonofobia - Medo dos telefones

3º. Eleuterofobia - Medo de ter liberdade. Mais precisamente, "aversão e medo mórbido irracional, desproporcional persistente e repugnante de ter autonomia ou responsabilidade"

4º. Urofobia - Medo da urina ou de urinar

5º. Unatractifobia - Medo de pessoas feias

6º. Hipnofobia - Medo de dormir; horror ao sono

7º. Fonofobia - Medo e horror à sua própria voz e pavor de falar alto

8º. Fobofobia - Medo dos seus próprios medos; de ter algum tipo de fobia

9º. Catisofobia - Medo de sentar-se.

10º. Pantofobia - Medo de todas as coisas, ou todos os medos e fobias em um só. Pantofobia, em seu estado máximo, domina a mente humana de forma a matar o ser sem causas fisicas reais, ou seja, a Pantofobia induz ao suicídio biológico.

Acréscimos:

Peccansofobia = aversão e medo mórbido irracional, desproporcional persistente e repugnante ao pecador ou ao que comete pecado.

Medomalacufobia = aversão e medo mórbido irracional, desproporcional persistente e repugnante de perder a ereção peniana.

Mais? Visite o site indicado!!!

Ensaio com Luz - II


Foto: M. A.

Para quem gosta de fotografia...

As opções são inúmeras... Muitos e muitos sites... Mas aqui vou recomendar dois...

O primeiro é um site português Olhares. Lá além de uma quantidade grande de fotos de 'amadores' [se é que se pode assim dizer] existe a possibilidade de se criar um perfil e postar até 25 fotos [mais que isso é necessário pagar uma anuidade] suas e receber comentários, críticas, dicas das outras pessoas. O meu perfil tem alguns retratos e fotos com macro.

Outro site, na verdade um blog, é de uma amiga, Patricia Kiss. Não é por nada não [muito menos puxasaquismo] mas gosto muito do olhar dela sobre os mais diversos assuntos. Essa menina tem futuro!!! ^^

Foto: Luis Ferreira

Ensaio com Luz


Foto: Rafaela L. Falaschi

Adoro fotografia... Mas não creio ter O dom... Mas gosto tanto que acredito que se me esforçar bastante um dia chego lá... Mas o mais importante é o prazer de conseguir 'capturar' certos momentos, objetos e pessoas e tentar passar a beleza, a emoção e o sentimento embutido naquele momento... Vou colocar algumas fotos aqui a partir de agora... Vamos ver a 'evolução' desse meu novo hobby...


A foto acima é de um exercício com luz. A modelo é uma amiga muito querida e muito bonita por sinal...

27 de ago. de 2008

Wouldn’t It Be Nice?

Não seria legal? ^.^


É muito legal!!! *-*




Wouldn't it be nice if we were older
Then we wouldn't have to wait so long
And wouldn't it be nice to live together
In the kind of world where we belong

You know its gonna make it that much better
When we can say goodnight and stay together

Wouldn't it be nice if we could wake up
In the morning when the day is new
And after having spent the day together
Hold each other close the whole night through

Happy times together weve been spending
I wish that every kiss was neverending
Wouldn't it be nice

Maybe if we think and wish and hope and pray it might come true
Baby then there wouldn't be a single thing we couldn't do
We could be married
And then wed be happy

Wouldn't it be nice

You know it seems the more we talk about it
It only makes it worse to live without it
But lets talk about it
Wouldn't it be nice

Sem nome, sem autor...

Adoro fotografia! Um dia vou ser 'semi-profissional', hehehe... Essa daí eu achei por acaso, na internet, sem referência alguma... Mas achei muito original, por isso divido com vocês! Se alguém algum dia souber - ou pelo menos desconfiar - quem seja o autor, compartilhe essa informação!!! De qualquer forma, parabéns ao Anônimo! Eu gostei bastante!

P.S.: Descobri! A autora é a Alice! Ela tem um blog, O Mundo de Alice. Visitem!


13 de jul. de 2008

Obentô [お弁当]

Hoje fui ao 15° Festival Tanabata de Ribeirão Preto e como sempre não sabia um monte de coisas. Uma delas era o que é Obentô. Como eu experimentei um monte de coisas que eu não conhecia, na vez do Obentô já não cabia mais nada, mas mesmo assim fiz uma pesquisa e achei interessante o que eu encontrei:


Obentô [お弁当] ou bentô [弁当] como é mais conhecido popularmente, é uma espécie de marmita japonesa onde uma refeição completa é disposta dentro de uma caixa (obentô bako).

Estima-se que o obentô tenha surgido na Era Kofun, a partir do costume de viajantes e agricultores que levavam uma espécie de alimento portátil, chamado hoshii [干し飯井] (arroz cozido e posteriormete exposto ao sol para secar, transformando-o num alimento não perecível), ao local de trabalho. A forma de consumo era simples: bastava mergulhar em água morna, ou mastigá-lo como um senbei (bolachas feitas a partir de arroz).

A forma mais próxima do obentô conhecido nos dias de hoje surgiu na Era Azuchi Momoyama. Os alimentos eram contidos em luxuosas caixas de madeiras laminadas, na época conhecidos como yusanbentô [遊山弁当], e consumidos durante a apreciação das flores de cerejeiras (hanami) [花見] ou da mudança de tons das folhas do momiji, [もみじ] que durante o outono passam do verde para o amarelo, depois para o castanho avermelhado até que caem no inverno.

Na Era Edo, o obentô ganhou uma versão mais simples. Os viajantes carregavam uma versão simples, chamada de koshibentô [腰弁当], que recebeu este nome por ser tranportado na região lombar (koshi). O koshibentô consistia em vários onigiri (bolinhos de arroz) acondicionados em kouri (caixas feitas de casca de bambu ou galhos de salgueiros trançados) e posteriormente embrulhados em panos (furoshiki) e presos à região lombar.

Kouri [行李] - caixas feitas de casca de bambu ou galhos de salgueiros trançados

Os obentô mais comuns desta época consistiam basicamente em onigiri e umeboshi (ameixa azeda em conserva). O makunouchi-bentô [幕の内弁当] (obentô de intervalo entre atos de uma peça teatral) também surgiu nesta época. Como o nome diz, os espectadores de teatro Noh e Kabuki levavam consigo este obentô, composto de onigiri, omelete e legumes cozidos, para consumir durante os intervalos da apresentação.

O ekiben [駅弁] (obentô vendido nas estações de trem) surgiu na Era Meiji, junto com a implantação de rede ferroviária. Há registros de que o primeiro ekiben vendido, foi na estação ferroviária de Utsunomiya em 16 de julho de 1885, contendo dois onigiri e uma porção de takuan (conserva de nabo) embrulhados em folhas de bambu. Atualmente o ekiben é preparado de acordo com os ingredientes típicos de cada região.

A partir da década de 80 o obentô se popularizou com a introdução de microondas na cozinha e a proliferação das konbini (lojas de conveniências) . Atualmente existem diversos tipos de obentô, normalmente com diferentes tipos de legumes, peixes e arroz branco. A grande maioria da população japonesa ainda tem como hábito preparar e levar seus próprios obentô para o trabalho, escola, viagens, eventos esportivos etc.

O objetivo do obentô, já não é mais restrito à alimentação. Montar uma refeição que agrade os olhos também é importante. Assim, é comum as mães japonesas prepararem um obentô decorado, elaborado e divertido para incentivar seus filhos a comerem todo o almoço.

A razão considerada ideal para montar um obentô equilibrado é de uma porção de proteína para duas porções de vegetais ou frutas (fibras e vitaminas) e três porções de arroz (ou outro carboidrato), sendo considerada uma razão de 1:2:3.

O tempo dedicado para o seu preparo é considerado importante, pois o que faz esta técnica única é o tempo e dedicação investidos em criar uma refeição balanceada e bonita.



Fontes:
http://lunch.nomaki.jp/knowledge/knowledge_01.htm
http://blogs.yahoo.co.jp/okome_meister/31172865.html
http://www.nippobrasil.com.br/2.historia_jp/index.shtml
http://web-japan.org/kidsweb/ja/virtual/bento/bento02.html
http://justbento.com/handbook/bento-basics
http://waraku.main.jp/wanochie-3-bento.htm

Fonte: Publicado por Haruna Koide, no site Nipocultura.

Imagem é tudo...

Realmente a "propaganda é a alma do negócio"... E numa sociedade tão ligada à estética, nem se fala. Vejam as imagens abaixo (e no site tem mais um monte...) e não digam que se vcs estivessem no mercado, com um p... fome e uma p... pressa, só de olhar a embalagem vcs não levariam algum desses produtos?


4 de jul. de 2008

De bobeira...


Tirei a semana de folga e não fiz nada de útil... Se alguém um dia também se sentir à vontade para fazer 'nada'... ^^
Eu representei o meu 'eu-lírico'... rs

1 de jul. de 2008

Corderosices

Uma vez a pessoa mais fofa do mundo postou esse poema em um espaço virtual... Tive de roubá-lo e homenageá-la... Ela é linda e tem o sorriso mais amarelo vibrante que eu já senti... ^^

É a minha irmã gêmea, minha amiga, minha mariposinha, uma linda bonequinha... Alguém que enternece meu coração...

Lívia...

Hoje acabou-se-me a palavra,
e nenhuma lágrima vem.
Ai, se a vida se me acabara
também!

A profusão do mundo, imensa,
tem tudo, tudo - e nada tem.
Onde repousar a cabeça?
No além?

Fala-se com os homens, com os santos,
consigo, com Deus... E ninguém
entende o que se está contando
e a quem...

Mas terra e sol, luas e estrelas
giram de tal maneira bem
que a alma desanima de queixas.
Amém.

"Amém", de Cecília Meireles



29 de jun. de 2008

A Pipoca




A Pipoca


A culinária me fascina. De vez em quando eu até me até atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras que com as panelas. Por isso tenho mais escrito sobre comidas que cozinhado. Dedico-mo a algo que poderia ter o nome de ‘culinária literária’. Já escrevi sobre as mais variadas entidades do mundo da cozinha: cebolas, ora-pro-nobis, picadinho de carne com tomate feijão e arroz, bacalhoada, suflês, sopas, churrascos. Cheguei mesmo a dedicar metade de um livro poético-filosófico a uma meditação sobre o filme A festa de Babette, que é uma celebração da comida como ritual de feitiçaria. Sabedor das minhas limitações e competências, nunca escrevi como ‘chef’. Escrevi como filósofo, poeta, psicanalista e teólogo - porque a culinária estimula todas essas funções do pensamento.

As comidas, para mim, são entidades oníricas. Provocam a minha capacidade de sonhar. Nunca imaginei, entretanto, que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu. A pipoca, milho mirrado, grãos redondos e duros, me pareceu uma simples molecagem, brincadeira deliciosa, sem dimensões metafísicas ou psicanalíticas. Entretanto, dias atrás, conversando com uma paciente, ela mencionou a pipoca. E algo inesperado na minha mente aconteceu. Minhas idéias começaram a estourar como pipoca. Percebi, então, a relação metafórica entre a pipoca e o ato de pensar. Um bom pensamento nasce como uma pipoca que estoura, de forma inesperada e imprevisível. A pipoca se revelou a mim, então, como um extraordinário objeto poético. Poético porque, ao pensar nelas, as pipocas, meu pensamento se pôs a dar estouros e pulos como aqueles das pipocas dentro de uma panela.

Lembrei-me do sentido religioso da pipoca. A pipoca tem sentido religioso? Pois tem. Para os cristãos, religiosos, são o pão e o vinho, que simbolizam o corpo e o sangue de Cristo, a mistura de vida e alegria (porque vida, só vida, sem alegria, não é vida...). Pão e vinho devem ser bebidos juntos. Vida e alegria devem existir juntas. Lembrei-me, então, de lição que aprendi com a Mãe Stella, sábia poderosa do Candomblê baiano: que a pipoca é a comida sagrada do Candomblê...

A pipoca é um milho mirrado, sub-desenvolvido. Fosse eu agricultor ignorante, e se no meio dos meus milhos graúdos aparecessem aquelas espigas nanicas, eu ficaria bravo e trataria de me livrar delas. Pois o fato é que, sob o ponto de vista de tamanho, os milhos da pipoca não podem competir com os milhos normais. Não sei como isso aconteceu, mas o fato é que houve alguém que teve a idéia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, esperando que assim os grãos amolecessem e pudessem ser comidos. Havendo fracassado a experiência com água, tentou a gordura. O que aconteceu, ninguém jamais poderia ter imaginado. Repentinamente os grãos começaram a estourar, saltavam da panela com uma enorme barulheira. Mas o extraordinário era o que acontecia com eles: os grãos duros quebra-dentes se transformavam em flores brancas e macias que até as crianças podiam comer. O estouro das pipocas se transformou, então, de uma simples operação culinária, em uma festa, brincadeira, molecagem, para os risos de todos, especialmente as crianças. É muito divertido ver o estouro das pipocas!

E o que é que isso tem a ver com o Candomblê? É que a transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa - voltar a ser crianças!

Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosa. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão - sofrimentos cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso aos remédios. Apagar o fogo. Sem fogo o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. De dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: pum! - e ela aparece como uma outra coisa, completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante.

Na simbologia cristã o milagre do milho de pipoca está representado pela morte e ressurreição de Cristo: a ressurreição é o estouro do milho de pipoca. É preciso deixar de ser de um jeito para ser de outro. ‘Morre e transforma-te!’ - dizia Goethe.

Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando sobre os piruás com os paulistas descobri que eles ignoram o que seja. Alguns, inclusive, acharam que era gozação minha, que piruá é palavra inexistente. Cheguei a ser forçado a me valer do Aurélio para confirmar o meu conhecimento da língua. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. Meu amigo William, extraordinário professor-pesquisador da UNICAMP, especializou-se em milhos, e desvendou cientificamente o assombro do estouro da pipoca. Com certeza ele tem uma explicação científica para os piruás. Mas, no mundo da poesia as explicações científicas não valem. Por exemplo: em Minas ‘piruá’ é o nome que se dá às mulheres que não conseguiram casar. Minha prima, passada dos quarenta, lamentava: ‘Fiquei piruá!’ Mas acho que o poder metafórico dos piruás é muito maior. Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. Ignoram o dito de Jesus: ‘Quem preservar a sua vida perde-la-á.’ A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.

Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira... (O amor que acende a lua, p. 59.)




10 de jun. de 2008

Para quem gosta de brincar na cozinha


Esse site é uma espécie de Orkut Culinário. Lá você adiciona amigos, qualifica receitas, deixa comentários, adiciona as suas receitas favoritas e posta as suas receitas. Quanto mais receitas e mais ilustradas, você vai sendo qualificado, até chefe de cozinha.
Também quebra um galho em situações de visitas inesperadas! [principalmente quando você liga para a sua mãe te socorrer e ela ñ está em casa!]




Milagres do Photoshop

Peguei essas fotos de 'antes e depois do photoshop' no site de um cara chamado Greg Apodaca, o site funciona como o portfólio dele. Vale a pena dar uma olhada!!! Lá também tem mais informação sobre quem ele é e outros trabalhos dele.






8 de jun. de 2008

The Darjeeling Limited, 2007



.



"
A Índia pelos olhos fraternos de Wes Anderson"
Marcelo Abbade




"The Darjeeling Limited" - ou "Viagem a Darjeeling", aqui no Brasil - foi dirigido por Wes Anderson , com roteiro dele, Roman Coppola e Jason Schwartzman. O filme estreou em 2007, ou comecinho de 2008 [ñ me recordo], eu me enrolei e não assisti nos cinemas. Assisti ontem e valeu muito a pena!

Uma tragicomédia que comove um tanto, mas leve. O filme termina e você se sente bem [eu me senti!^^]. Uma viagem de três irmãos, que buscam algo, que se quer eles sabem ao certo e quando eles desistem dessa busca algo acontece.

Além a narrativa agradável, a estética do filme também agrada bastante. Não sou crítica de cinema, só gosto muito de assistir um montão de filmes. Esse eu recomendo!!! Ah, a trilha sonora també muito boa! Quem quer uma crítica mais profissional, antes de assistir ao filme, a do Omelete é uma boa pedida!

Ah, o elenco: Owen Wilson, Adrien Brody, Jason Schwartzman, Amara Karan, Camilla Rutherford, Irfan Khan, Bill Murray, Anjelica Huston

Aproveitem!


7 de jun. de 2008

Produtos exclusivos da exposição Darwin Brasil




Você foi na Exposição Darwin Brasil no MASP?
Como um biólogo pobre não comprou nenhum souvenir além dos lápis de 1 real?
Agora, pós-exposição, no site do Instituto Sangari, alguns dos produtos vendidos na exposição podem ser adquiridos, por um preço mais camarada! ^^

http://www.sangari.com.br/store/


Para um senso de humor peculiar...




Sempre que eu visito o http://cyanidehappinesstraduzidos.blogspot.com/ [ou http://www.explosm.net/comics/1307/] meu dia fica mais feliz!!! ^^

Visitem!

Músicas ao seu gosto

Descobri esse site por acaso e gostei muito.
É uma espécie de 'base de dados', com todos os tipos de músicas, de todas as épocas, com bandas/cantores famosos e nem tanto...
Vc pode selecionar os gêneros prediletos, a década, o ritmo e mais uma série de coisas.
Para gosta de música e não gosta da monotonia de saber a sequência do que e quem vai escutar, essa é uma sugestão muito interessante!!!


28 de mai. de 2008

Vogue

Photofunia

Site divertido, para quem não tem nada mais interessante para fazer. ^^
Nas montagens, Paulinha e Simi estonteantes na Vogue!