| Jardim do Les Halles |
| Parc Buttes Chaumont |
| Parc Buttes Chaumont |
Ônibus: lotado!!!! E vamos para onde? Cemitério Père Lachaise, local de descanso de váááárias celebridades. Péssimo! Por quê? Lá vai:
| Grand Galerie d'Evolution |
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| Raviolis |
"Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo."
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SESC São Caetano, em parceria com a Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), comemora os 200 anos do cientista Charles Darwin com ciclo de palestras, oficinas, minicursos e instalação.
Nascido em 1809, o inglês Charles Darwin revolucionou a história humana ao elaborar a Teoria da Evolução das Espécies, a partir do processo de seleção natural. A celebração dos 200 anos de seu nascimento é uma oportunidade para discutir a obra de Darwin em programação que acontece, de 14 a 19 de setembro, no SESC São Caetano e na USCS - Campus I e II.
Com atividades apoiadas em quatro eixos temáticos: Naturalismo, Evolução, Etologia e Antropologia, o colóquio, com inscrições online, apresenta “Com que óculos você quer ver o mundo?”, “De onde viemos e para onde vamos?”, “O seu caminho é com sentido?” e “Ser ou não ser, será?. Entre os palestrantes os destaques são: Prof. Dr. Carlos Rodrigues Brandão (Unicamp), Profª. Dra. Maria Isabel Pinto Ferreira Landim (Museu Zoologia - USP), Prof. Dr. Nélio Bizzo (USP) e o jornalista Marcelo Leite (Folha/SP, Editorial Ciência). A cerimônia de abertura, no dia 14/9, que acontece no Campus I da USCS, tem como tema “Darwin no contexto científico e social” com palestra do Prof. Dr. Aziz Ab’Saber (USP), com transmissão ao vivo pelo Portal SESCSP a partir das 19h.
O programa ainda conta com instalação lúdica sobre a vida e a obra de Charles Darwin e apresentação musical Os sons da evolução, com elementos (ritmos, temas e estilos interpretativos) que caracterizaram a música brasileira e como se deu sua evolução desde a segunda metade do século 19 até o início do 21, e o espetáculo After Darwin, que aborda as relações e os conflitos do então jovem naturalista Charles Darwin com o capitão Robert Fitzroy durante a histórica viagem do Beagle.
Vi AQUI.

Sobre a Daphnia: Decaestecker, Ellen; Gaba, Sabrina; Raeymaekers, Joost; Stoks, Robby; Van Kerckhoven, Liesbeth; Ebert, Dieter & De Meester, Luc (2007): Host-parasite Red Queen dynamics archived in pond sediment. Nature 10.1038: .

Quantas vezes você já ficou incomodado ou perdeu o sono porque um pernilongo estava zunindo no seu ouvido? É comum nos depararmos com essa situação, principalmente durante os períodos de calor, quando dormimos com as janelas abertas e sem lençol.
Segundo Rafaela Lopes Falaschi, mestre em Ciências, com especialização em Entomologia pela USP de Ribeirão Preto, isso acontece porque após localizar o alvo, os mosquitos o rodeiam até surgir a oportunidade de pousar sobre a pele e sugar o sangue. Ela explica também que há espécies que picam apenas em situações pouco reativas, como durante o sono, por exemplo.
Mas aí provavelmente você se pergunte: como é que eles encontram sua presa? A resposta é simples: a atração ocorre devido a combinação de alguns fatores e estímulos como a presença de CO2 (liberado pela respiração), umidade e ácido lático (componente comum do suor), além da visão do próprio inseto. “Podemos chamar esses fatores com o nome genérico de ‘odores do hospedeiro’ que, com freqüência, atuam de forma combinada. Nas partes bucais e nas antenas estão presentes sensores especializados na detecção desses estímulos químicos”, explica Rafaela. Ou seja, os pernilongos são atraídos por odores e gases por nós liberados durante atividades como respirar e suar, além de ter mecanismos específicos de detecção desses cheiros e utilizar a visão para localizar a presa.
Outro dado curioso é que os mosquitos machos alimentam-se apenas de substâncias açucaradas, como o néctar das flores, orvalho e gotículas secretadas por pulgões e frutas. Já as fêmeas também se alimentam de sangue e por isso são chamadas hematófagas. A bióloga explica que o líqüido é rico em proteínas necessárias para o amadurecimento dos ovos. Assim, se for picado, com certeza terá sido por uma representante do sexo feminino da espécie em questão, uma mãe que precisa de proteínas para nutrir e desenvolver suas crias. Apesar de algumas espécies demonstrarem preferência por mamíferos de grande porte como o ser humano, elas têm outras fontes de alimento. “De acordo com o grau de agressividade das fêmeas, os mosquitos podem sugar vertebrados aquáticos e mesmo outros insetos. Outras espécies apresentam-se bem mais restritas, com apenas uma única espécie de hospedeiro”, conclui Rafaela.
Crédito da matéria: Revista IN
"Eu estudo 'pintos' de mosquitos neotropicais e um famoso órgão de fomento financia meu projeto. É um projeto importante dentro de um contexto mais amplo nas Ciências Zoológicas e Ambientais. Com resultados a longo prazo. Mas ele também não atravessa os tais muros. Discordo que a minha pesquisa é desligada do interesse social. Mas quem faz a pesquisa, NÓS biólogos, cientistas é que somos desligados do interesse social, somos NÓS que construímos esse muro, que não é de concreto e sim de (estúpidas) idéias, somos NÓS que não sabemos o que é Ciência e, portanto não cumprimos o nosso maior dever, divulgar o conhecimento científico.
“Ciência é ciência”. Isso me deixou triste. Ver que saímos da Universidade sem conseguir conceituar o que é Ciência. Ciência não é ciência. Precisamos antes de qualquer coisa, antes de nos enfiarmos num laboratório e começar a fazer "pesquisa" em Ciências, adotar uma definição de Ciência. Para isso precisamos ler, ler, ler bastante. Conhecer epistemologia, filosofia e história da ciência. Sim, aquelas matérias sem importância, que a gente assina a lista e sai para ir ao laboratório fazer a tal da "pesquisa".
Não é preciso fazer ou refazer o curso de Ciências Biológicas para acreditar que "o conhecimento científico por si só é de interesse público". Isso meu priminho sabe. O conhecimento, qualquer que seja é de interesse público. Mas se todos que não sabem o que é Divulgação Científica tiverem que refazer seus cursos... Ah, vai ser uma bagunça...
Pois é. Mesmo as nossas pesquisas tendo resultados a longo prazo (eu sequer sei se estarei viva para ver os primeiros resultados da minha), a nossa obrigação, o nosso retorno tem que ser imediato. E é aí que entra a tal da Divulgação da Ciência, que todo e qualquer biólogo tem a obrigação de fazer e fazer bem feito. Seja em que alcance for. Mas fazer com seriedade e compromisso. Os licenciandos e licenciados sabem, ou deveriam saber, com mais clareza e embasamento o significado disso. E alertar o quão
deficiente é a nossa divulgação da ciência, principalmente a qualidade dela.
Falta leitura. Falta saber BIOLOGIA aos biólogos. Falta ser biólogo. Falta humanidade. Falta muito...
A Universidade é um laboratório da ciência. Mas nós, os pesquisadores, é que não trabalhamos a serviço do povo. Somos péssimos funcionários. Uma elite fajuta. Com uma inércia vergonhosa e uma soberba triste."
A discussão se iniciou a partir dessa composição feitas por dois alunos da biologia... Não importando se o resultado agradaria ou não, o importante é que foi gerada discussão e reflexão, infelizmente algumas pessoas ainda crêem que em discussões há quem ganhe e quem perca, sendo sempre uma batalha, quando na verdade deveriam todos ganhar, uma vez que não existem verdades absolutas e toda e qualquer forma de conhecimento e forma de pensar enriquece a nossa mente e constrói o mundo que nos cerca...